NEMESIS TEM UMA AGRADÁVEL AUDIÇÃO DO COMEÇO AO FIM, SEM PAUSAS NO MEIO

quarta-feira, janeiro 30, 2013

Imagine isso. Uma banda de Heavy Metal finlandesa com estrelas nos olhos e fogo em seus corações que se juntou a cena do metal nos anos oitenta. 

Claro, eles estavam constantemente competindo com uma onda maciça de companheiros de bandas européias com o mesmo sonho.

Apesar da cena saturada, a banda conseguiu criar material sólido e foram notados por algumas gravadoras, em seguida, começaram a construir um nome para si. No entanto, algo desconhecido para a banda na época, estava faltando.

 Foi quando Timo Kotipelto entrou na banda em meados dos anos 90 e os “planetas devem ter alinhado”, porque Stratovarius encontrou a sua voz e      definiu seu curso para a frente.

Também com a adição do tecladista Jens Johansson eles finalmente encontraram o seu som e continuaram com ele, criando a sua marca, uma experiência épica, inesquecível e que os fãs de Power Metal em todo o mundo já conhecem como Stratovarius.

Lançaram alguns dos mais fortes álbuns na história Power Metal como "Dreamspace", "Visions" e "Destiny". Já o "Nemesis", próximo album, é um passo acima de quase todas as versões anteriores, ele proporciona uma agradável audição do começo ao fim, sem pausas no meio.

A emoção vem sendo construída há meses sobre o lançamento de "Nemesis" em fevereiro a partir de um EP intitulado "Unbreakable" lançado antecipadamente, no final de janeiro.

Este é um daqueles lançamentos que deve ser experimentado para ser acreditado. O álbum tem inúmeros momentos que tiram o fôlego de longe. Os arranjos, solos harmonizados e os refrões épicos são alguns dos melhores que Stratovarius já fez e cada música é cheia de momentos cativantes que fazem realmente o album ficar com você. 

Desde os primeiros momentos em "Abandon" até os últimos segundos da faixa-título, "Nemesis", o álbum é quase bom demais para ser verdade, esta será facilmente a melhor música que Stratovarius lançou em anos e perto do topo de seus melhores álbuns de todos os tempos.

"Unbreakable" é sem dúvida um single digno, com teclado cativante e riffs de guitarra ao longo dos versos. Jens Johansson está na vanguarda musical, tocando uma melodia alegre de teclado que você provavelmente vai cantarolar por dias. Juntamente com um riff de guitarra “rasgado” feito por Matias Kupiainen, esta faixa tem tudo que um fã de power metal poderia pedir. O momento em que o coro entra em cena, se alguém ainda está em seus assentos só pode ser surdo, afinal é a única desculpa para não curtir. 

A voz de Kotipelto é levemente revestida com uma reverberação em eco e variando em seu melhor alcance vocal, ele traz um novo significado para o título da faixa, é uma canção de metal realmente ‘sólida’.
Com pouco tempo para se recuperar da incrível "Unbreakable", "Stand My Ground" segue com uma sonoridade que Kotipelto canta agressivamente e rapidamente quebra em uma elevação com a frase "No one can bring me down.." no refrão, repetido por muitas vozes em camadas bastante celestes.

O álbum segue para uma faixa mais pesada "Halcyon Days", com ritmo acelerado de tambores e cordas. Diferentes camadas de instrumentos através dos riffs abertos em uma presença deus - como vocal de Kotipelto no coro. Sinteticamente, os padrões vocais e bateria nesta canção simplesmente gritam para você se levantar e dançar.

Bem, neste ponto de qualquer álbum, seria de esperar que haja uma música que é: “Hum..Ok”  então você pode pular a faixa ... mas não neste álbum!

Cada canção brilha por si só, mas eles continuam maravilhosamente. 
"Fantasy" e "Out of the Fog" ambos corais se apresentam fortes e a orquestração é nada menos que fantástico.

Em “Fantasy”, o baixista Lauri Porra é autor da composição exclusiva, e em Out of the Fog  oferece um dos riffs mais contagiosos do álbum. 

O novo baterista, Rolf Pilve brilha durante todo o disco, mas "Out of the Fog" realmente mostra suas habilidades gerais.

Johansson acrescenta sua própria criação em "Nemesis", com as faixas "Castles in the Air" e "Dragons". "Castles in the Air" começa com um interlúdio de piano rolante que rapidamente se transforma em uma construção maciça de elementos crescentes e todos os instrumentos se reúnem em uma viagem dinâmica sonora. 

Enquanto isso, "Dragon" quase remete a época de Jens  com Yngwie Malmsteen, um riff-rock orientado com alguns momentos texturizadas progressivos.

Outra faixa notável é a balada do álbum, "If the Story is Over", composta com a ajuda de Jani Liimaitainen, que trabalhou com Kotipelto na banda Cain’s Offering e nos agraciou com a sua presença na Sonata Arctica, de 1999 a 2007. Claramente não é estranho o poder emotivo da música, a ajuda Jani é definitivamente sentida nesta faixa.

As letras e fraseado vocal são nada menos que impressionante, o tempo todo, a música constrói a partir de um pedaço lento acústico em uma presença marcante no álbum que você nunca vai esquecer. Liimitainen também co-escreveu a faixa anterior, "Out of the Fog".

Nemesis tem um monte de limites no tradicional power metal do Stratovarius, mas eles conseguiram evoluir e desenvolver seu som a um metal muito mais moldado, maduro, polido e pesado. Ouvi-la do início ao fim me faz sentir invencível, como se eu pudesse resistir a qualquer inimigo no mundo e eu permanecerei "inquebrável".

Este álbum chegou às profundezas do meu interior, minha vontade, meu coração e minha alma. Ele veio no momento perfeito em minha vida onde eu sinto que sou uma pessoa melhor apenas por ouvi-lo. 

Não é muito frequente que um álbum pode trazer uma lágrima aos olhos de um ‘coração de metal’, mas este álbum tem feito exatamente isso. Isso é mais do que música, é uma obra-prima e deve ir para o livro do heavy metal como um dos melhores álbuns de heavy metal de todos os tempos. Eu só posso dizer para qualquer um de vocês que estão lendo isso, que vocês sintam o álbum da mesma forma que eu, porque eu nunca mais serei o mesmo!

Resenha de Mattie Jensen   

Tradução: Daiane Aguilär


SYMFONIA: RESPOSTA DE ANDRE MATOS AO PRODUTOR JACK ENDINO

terça-feira, janeiro 29, 2013

"Todos têm o direito de tentar se expressar em qualquer idioma, bem como em inglês"

Na última quarta-feira, dia 23, o produtor americano Jack Endino publicou em sua página de Facebook a seguinte frase:

“Bandas brasileiras, por que vocês cantam em inglês? Não consigo entender uma palavra.”

O post do produtor desencadeou inúmeras respostas de brasileiros revoltados com a declaração. O jornalista Lucas Nobile, da Folha de São Paulo, publicou um artigo no dia 26 compilando uma série de respostas de artistas brasileiros. Andre Matos foi um dos convidados a escrever uma réplica. Sua resposta, no entanto, foi editada para se adequar ao tamanho do artigo.

Leia aqui a resposta de Andre Matos na íntegra:

“Acho que, de fato, o produtor mostra uma certa ignorância em relação à cena do rock mundial, não apenas brasileira. Para ficar só em alguns exemplos, se a dica fosse seguida a risco, bandas como Scorpions, Europe, Helloween, Nightwish e outras nunca teriam feito sucesso fora de seus países de origem, que não têm o inglês como idioma oficial. E, ao sairmos do âmbito do rock pesado, o que dizer de fenômenos pop tipo Abba, A-ha, Roxette, Shakira, Celine Dion?

Tom Jobim, por exemplo, verteu todo o seu repertório visando exatamente o mercado internacional. Será que foi criticado também, por esse mesmo motivo?

Todos têm o direito de tentar se expressar em qualquer idioma, bem como em inglês – que é considerado o “esperanto” dos tempos modernos – ao visar uma carreira internacional. (Talvez daqui a algumas décadas seja necessário cantar em chinês. A questão econômica mundial também tem um papel decisivo.)

Na minha própria carreira musical, desde o início, a proposta foi tentar cantar em inglês. Saíamos do período da ditadura no Brasil e aprendíamos na marra, ouvindo música e estudando muitas vezes por conta própria. Por isso concordo com o produtor, em parte, quando diz que não entende muito do que se fala nas letras. Discordo em relação a todo o resto.

Certamente houve alguns tropeços linguísticos no início de minha carreira, mas não foram estes que impediram o sucesso internacional de minhas bandas ao longo dos anos. A prova é que até hoje nunca cantei em outro idioma que não o inglês.

Por isso, rebato a afirmação: pode-se, sim fazer sucesso tanto no exterior, quanto em seu próprio país. E, neste último caso, isto também é uma forma de difusão de cultura: quantos fãs já não nos agradeceram por ter-lhes acendido uma centelha no tocante ao idioma? “Graças a vocês, apendi a falar inglês, através de suas músicas”.

E, para arrematar a discussão, tudo passa também por uma questão de estilo. Essa é uma discussão antiga. O rock nasceu nos EUA e foi aperfeiçoado ao extremo na Inglaterra. De fato, soa muito bem em inglês, que é uma língua mais prática que o português, para tal finalidade.

O que não quer dizer que não haja ótimas composições em nosso próprio idioma. Mas que, infelizmente, têm de se debater com o fato de não poder ser exportadas além dos poucos territórios lusofônicos. Neste aspecto, até mesmo o espanhol leva considerável vantagem numérica.

Portanto, estilisticamente, é aceitável o uso do inglês no rock, independente da nacionalidade do artista em questão.
Assim como era de praxe o uso do italiano e do alemão nas óperas até meados do século XX. (“O Guarani”. de Carlos Gomes, um de nossos maiores compositores, estreou na Europa sob o título “Il Guarany”; e apesar da temática regional baseada na obra de José de Alencar, tanto o idioma do libreto quanto o das árias não era o português!)

Defendo que devamos nos esforçar para elaborar uma obra que prime pela perfeição linguística: no meu ponto de vista, tão importante quanto o próprio acabamento musical. Mas não precisamos ignorar nossas raízes e características em função disso. Uma coisa é tornar-se inteligível; outra é soar demasiadamente forçado. Em resumo, ninguém precisa cantar com sotaque do Texas ou de Oxford para se fazer entender. Porque às vezes, nem eles mesmos se entendem entre si.

E, como última observação: nosso dileto produtor propõe sua indagação do topo de uma posição um tanto confortável. Gostaria de saber como ele se sairia, se acaso o idioma em questão fosse o português do Brasil. Será que conseguiria alcançar resultados tão ou mais satisfatórios do que os que somos capazes, ao compor e cantar em outro idioma? Fica aqui a pergunta.

Andre Matos”

Fonte: Wikimetal

FESTIVAL ROCK THE PLANET: COM EDGUY, SHAMAN, KOTIPELTO E VIPER

segunda-feira, janeiro 28, 2013
Já fazia bastante tempo que não tínhamos festivais em terras tupiniquins, mas o Sepulfest realizado no dia 24 de setembro e agora o festival Rock The Planet saciaram um pouco o público de grandes eventos no Brasil. A primeira edição do Rock The Planet teve um cast bem coeso, já que contava com quatro bandas do chamado Heavy Metal Melódico sendo dois grupos brasileiros Viper e Shaman, e dois grupos internacionais Kotipelto e Edguy. Um ponto marcou o final de semana do evento: no mesmo dia estavam se apresentando na capital paulista a banda Cradle Of Filth (na Via Funchal) e o cantor Jeff Scott Soto (no Dynamo bar). Quem gostava de todas as bandas teve que escolher somente uma, fato lamentável.


Primeiro vamos falar sobre a casa de show que segundo os produtores comporta em torno de 10 mil pessoas. O local é bem divido, com o palco do lado e não na frente como de costume, vários stands de gravadoras e lojas especializadas, além de uma ampla área de alimentação. O único problema é que para as pessoas poderem ver o palco de uma forma decente, estas devem se espremer na frente, pois nos lados é quase impossível de se ver devido a divisão. Ainda bem que existem vários telões disponíveis.

Na casa ocorreram vários problemas durante a minha chegada. Primeiro procurei me situar na área destinada a Imprensa, mas nenhum segurança soube me explicar direito. Fiquei meia hora procurando e finalmente após passar por toda a galera na frente, cheguei ao lugar reservado aos fotógrafos. Mesmo assim, os seguranças não estavam muito a fim de papo com ninguém, só explicando o básico e pronto. Um ponto positivo, o Espaço das Américas é a única casa que deixa os fotógrafos ficarem do lado do palco ao invés de fazer com que voltem á galera. A sensação que tive após estar acomodado era que o lugar lotaria o que realmente aconteceu, tendo um público estimado em 9000 pessoas.

VIPER

Pontualmente às 18h, a belíssima Introdução “Ilusions” do álbum homônimo Theater of Fate já enlouquecia a galera presente. Logo em seguida “To Live Again”, música também do álbum de maior sucesso do Viper fez várias pessoas chorarem de tanta emoção ao ver e escutar este clássico novamente. O som do lugar estava muito bom com apenas uma ressalva, o baixo estava alto demais encobrindo muitas vezes a guitarra, problema consertado durante o show. 


Esse era o primeiro show em São Paulo do novo vocalista da banda, Ricardo Bocci. Se a intenção da banda era voltar às suas raízes quando contavam com André Matos, o grupo acertou em cheio, pois Ricardo não só é competente como carismático. Segurou muito bem as notas mais altas de seu antecessor e deu seu toque pessoal as músicas. Não faltaram faixas da fase pós André Matos como “Dead Light”, “Evolution” e “Rebel Maniac”. Mas os pontos altos do show foram três músicas: “A Cry from The Edge” cantada por todos e que Ricardo Bocci mais uma vez mostrou seu potencial; “Prelude to Obilivion” que foi a música que o novo vocalista enviou a banda e o fez ser aprovado; e por último a eterna e maravilhosa “Living For The Night”, conhecida por todos os fãs de melódico, teve um começo diferente sem os teclados da versão original somente com a guitarra, mas que agradou a todos e foi cantada em uníssono. O Viper provou que ainda continua vivo e com muita vontade de tocar. Todos os integrantes estão animados e contentes, além do que só nos resta esperar pela segunda parte do excelente Theater of Fate.

Set List: Illusions (instrumental) - To Live Again - Dead Light - Cry From The Edge - Wings Of The Evil - Evolution - Prelude To Oblivion - Living For The Night - Rebel Maniac

O festival Rock The Planet marcou a primeira apresentação do Viper com o novo vocalista Ricardo Bocci em São Paulo. Ricardo foi aluno de canto do vocalista do Shaman André Matos durante seis meses, e certamente ficou surpreso quando seu ex pupilo se apresentou em Vinhedo, quando Viper e Shaman tocaram juntos novamente. Segundo Felipe Machado, o próximo álbum do Viper será uma continuação do clássico Theater Of Fate, uma espécie do volume II do álbum que marcou o início do metal melódico no Brasil.

KOTIPELTO

Sem nenhum atraso, Kotipelto (ex-Stratovarius, ou será que a banda existe ainda mesmo?) entrou em cena na sua quinta visita ao Brasil, desta vez em turnê solo. O Line-Up da banda que acompanhou Timo teve uma surpresa especial para os fãs do Stratovarius, pois Jens Johansson (tecladista) estava tocando novamente com o vocalista. Além de Jens, a banda contava com Mirka Rantanen (bateria), Lauri Porra (baixo) e Tuomas Wainola (guitarra).


O show começou com uma apreensiva introdução e logo “Travel Through Time” entrou com peso e velocidade, esta que é a primeira canção do debut de Kotipelto. “Lord Of Eternity” e “Coldness Of My Mind” vieram em seguida, mostrando uma banda entrosada e com músicos competentes. “Seeds Of Sorrow” é a típica faixa de metal melódico, contendo velocidade, solos rápidos e refrão contagiante. Passada a apresentação da banda, seguiu a faixa título de seu primeiro álbum “Waiting for the Daw”, e logo depois um solo de guitarra para descansar o público. É claro que todos estavam esperando por músicas do Stratovarius e Jens Johansson para dar um pequeno suspense fez seu solo de teclado e emendou com “S.O.S” do álbum Destiny, cantada por todos. “Reasons”, primeiro single do álbum Coldness veio a seguir e foi à canção mais aclamada pelos presentes da carreira solo de Kotipelto. Para fechar, o eterno clássico do Stratovarius “Black Diamond” que sem Jens nos teclados não seria a mesma coisa. Kotipelto apesar de um pouco frio, conversava sempre com o público e parecia estar gostando muito de voltar aos palcos. Além do que, sua presença de palco se destacou dos demais, dando um show a parte.

Set List: Intro - Travel Through Time - Lord Of Eternity - Coldness Of My Mind - Seeds Of Sorrow - Waiting For The Dawn - Can You Hear The Sound - S.O.S. - Reasons - Black Diamond

Um fato curioso e engraçado aconteceu quando Timo apresentou sua banda: mais uma vez Kotipelto elogia os brasileiros dizendo que nós somos um dos melhores públicos do mundo, mas ao apresentar o baixista da banda ele diz “no baixo Lauri Porra, no Brasil Porra tem uma conotação diferente, portanto vamos saudá-lo” e todos começam a gritar “Porra! Porra!”. O baixista empolgado, fez um pequeno solo bastante diferente. O que deve ter passado pela cabeça do Mr. Porra...

SHAMAN

Com um pouco de atraso e gritos da galera de au au au, Viper é pontual, soa a Introdução “Ancient Winds”, que apesar de grande, dá um clima bem diferente e faz com que a expectativa aumente nas pessoas. Em seguida, “Here I Am” bota a galera pra pular e “Distant Thunder” não deixa ninguém parado. Apesar do set já manjado por todos, pois a turnê do cd Ritual já está com quase três anos, os músicos prometeram uma faixa inédita do novo álbum que irá sair em Janeiro próximo. E eis que a música começa sem nenhuma apresentação para a mesma, porém animou e muito o público, pois ela soa mais pesada que o normal do Shaman: simples e mesmo assim contendo as características da banda. André Matos está cantando mais rasgado do que de costume e com isso temos esperança de que o novo álbum seja bem melhor que o primeiro, se é que isso é possível. Um fato engraçado e que felizmente não acarretou nada de mais grave, ocorreu durante a execução da faixa nova. Em frente ao palco existia uma plataforma onde ficava uma câmera, André Matos subiu nela e ao voltar levou um belo de um tombo. É isso mesmo, com muitos anos de experiência ele caiu literalmente no chão, mas felizmente não aconteceu nada com o cantor que voltou ao palco normalmente. A FAZ Produções e o Shaman divulgaram dias depois o título da nova faixa, “Turn Away”.


O restante do show foi baseado em faixas do Ritual, com um cover de “No More Tears” do lendário Ozzy Osbourne, que ficou perfeita com a banda e o público cantou em uníssono. E como não poderia faltar, para fechar o show “Carry On”, a única musica da banda Angra apresentada esta noite. 

Set List: Ancient Winds - Here I Am - Distant Thunder - Turn Away (nova música) - For Tomorrow - Time Will Come - No More Tears - Fairy Tale - Pride - Carry On

A única novidade nesta apresentação do Shaman foi a faixa inédita "Turn Away", a qual estará presente no próximo álbum de estúdio da banda. O repertório novamente voltou a contar com o cover "No More Tears" de Ozzy Osbourne e com a faixa "Carry On", clássico maior do Angra. O fato de André Matos estar cantando de forma mais rasgada pode ser um bom sinal para este próximo álbum, principalmente após a ótima participação no álbum TIes Of Blood do Korzus, em que dividiu os vocais com Marcelo Pompeu em uma das faixas.

EDGUY

O Edguy gravaria o primeiro DVD da banda em São Paulo, no Espaço das Américas. Haviam muitas câmeras espalhadas pelo palco e até uma que sobrevoava a galera. Público a mil esperando pelo show, empurra empurra gigantesco dando muito trabalho aos seguranças e muita expectativa para o começo do show. Quando a intro “Overture” iniciou, o público foi literalmente à loucura. Tobias Sammet desceu no palco pendurado por uma corda, dando um show à parte e o restante da banda entrou um a um causando euforia em todos. O palco foi muito bem produzido, com um monstro atrás da bateria. A primeira faixa do álbum Helfire Club, "Mysteria", abriu o show com muito peso. Tobias se mostrou um frontman muito carismático e que está cantando como nunca. Um fato ruim, os fotógrafos que procuravam trabalhar tranqüilamente foram praticamente colocados no canto, tendo pouca visão para fotos decentes, mais um ponto de desorganização da casa que não soube tratar muito bem a imprensa, o que espero que melhore com o decorrer do tempo.


“Under The Moon” e “Navigator” vieram em seguida, mostrando o entrosamento da banda. Tobias Sammet então, faz uma saudação a galera e avisa que estão gravando o DVD em São Paulo, porque o mesmo sabe que o público daqui é excelente e apresenta uma música que não estava no Set List atual da banda, do álbum Theater of Salvation, “Wake Up The King”, canção que soa muito bem ao vivo e tem um refrão marcante. “Land Of Miracle”, a primeira balada da noite, foi cantada em uníssono pelos presentes e deixou a banda emocionada. Agora chegou o momento da famosa competição do público: somente com baixo e bateria Tobias divide a galera em dois e pede que cantem bem alto para o pessoal de fora ver o quanto o Brasil tem grandes cantores. E logo em seguida “Lavatory Love Machine”, uma das canções mais engraçadas que já escutei e com uma veia bem hard rock arrancou muitos aplausos do público.

No segundo bis, Tobias Sammet passa por uma situação previsível. Primeiro o vocal pergunta ao público: “vocês querem mais?”. A resposta é óbvia. Ele afirma que só voltaram ao palco porque os presentes pediam, pois estavam os integrantes estavam cansados e sujos. Tobias fez um breve discurso sobre os públicos no mundo e quando falou nos EUA, ocorreu um fato lamentável. Parte da galera gritava “Fuck Usa”, que foi prontamente parada por Sammet, o qual retrucava que nem todos desse país são pessoas ruins. Será que esta parte será cortada no DVD do Edguy...

Vain Glory Opera” veio em seguida fazendo com que os fãs mais antigos da banda se satisfizessem com esse clássico. A seguir um solo de bateria diferente, no meio do mesmo eis que o tema do filme Star Wars entra em ação e é acompanhado pelo baterista com muita competência e criatividade. Um dos grandes momentos da apresentação sem dúvida foi a faixa “The Piper Never Dies” que é excelente ao vivo, e apesar de grande não cansa o público. “King of Fools”, primeiro Ep da banda, era talvez uma das mais esperadas pelos presentes e foi cantada em uníssono mais uma vez. A banda se despede e é claro que todos já estavam esperando por composições do projeto Avantasia.

A introdução “Prelude” esquenta ainda mais o Espaço das Américas, e então a banda executa “Chalice Of Agony” com uma precisão incrível e André Matos sobe ao palco para dividir os vocais com Tobias, parceria que já foi feita no DVD do Shaman “Ritualive”. Os dois estavam muito felizes e dançavam e pulavam no palco como duas crianças. André Matos cantou muito bem mesmo lendo a letra da música em algumas partes, saciando todos que gostam do projeto. A banda ainda executa “Tears Of A Mandrake” do álbum Mandrake e sai novamente do palco. Mais uma vez todos voltam ao palco e após Tobias interagir com o público, terminam o show com “Out of Control”, fechando com chave de ouro. A banda mostrou que o metal melódico pode ter peso, criatividade e muito carisma perante o publico. Os brasileiros estão de parabéns por terem gritado, cantado todas as músicas e mostrado a banda e o povo de fora que o Brasil também é o país do heavy metal.

Set List: Overture - Mysteria - Under The Moon - Navigator - Wake Up The King - Land Of The Miracle - Lavatory Love Machine - Vain Glory Opera - Drum Solo - Fallen Angels - The Piper Never Dies - Babylon - King Of Fools - Bis I: Prelude (Avantasia) - Chalice Of Agony (Avantasia - com André Matos) - Tears Of A Mandrake - Bis II: Out Of Control

Por Thiago Rahal - Edição: André Luiz - Fotos: Thiago Rahal (metalrevolution.net)

STRATOVARIUS: IDLE HANDS RECEBE FESTA DE NEMESIS EM NYC

quinta-feira, janeiro 24, 2013
Parece apropriado que nossos amigos finlandeses apareceriam em um janeiro frio à noite, não só o mais frio até agora no Inverno de 2012-2013, mas as temperaturas mais baixas em mais de dois anos! Muito bem-vindo "quente" para vocalista Timo Kotipelto e NYC baseada tecladista Jens Johansson. A dupla dinâmica estava no Bar Idle Hands, na extremidade inferior da ilha, para um encontro n' cumprimentar, autógrafo/sessão de beber que dobrou como uma oportunidade para o público a ouvir o seu próximo álbum Nemesis. Um bar pequeno de porão na avenida letras de Manhattan, que é um território de beber sério. Não exatamente a oportunidade perfeita para ouvir um novo registro (sessões de indústria de audição geralmente reservam um tempo específico para um tranquilo run-through).


Um pouco depois das 07:00 da noite, os músicos, publicitários e pessoas de rótulo entraram pela porta, Timo me cumprimentaou  com um sorriso, dizendo: "Eu trouxe meu próprio sofá", uma brincadeira de ProgPower EUA de 2004, quando "emprestou" o pull-out sofá de sua suíte. Desde sempre que nos encontramos, brincamos um com o outro de ser o "rei do sofá." Entre todas as ordens glad-handing, Fotos e bar, o representante do rótulo de Eagle Rock fez um anúncio curto e Nemesis começou bombeando através dos alto-falantes. 'Abandon', que começa as coisas, é facilmente sua melhor faixa de abertura em mais de uma década. Apesar da afirmação de Kotipelto que este é um som mais escuro, mais moderno, ainda é facilmente identificável ​​como Stratovarius. Quando os dois músicos não tinha uma caneta na mão, a assinatura de cartazes da arte Nemesis, eles dispostos posaram para fotos, beberam algumas cervejas e gostaram de conhecer alguns fãs norte-americanos, de perto. Como um bônus adicional, havia cópias gratuitas do EP Unbreakable, quatro dias antes de sua data de rua!


Eagle Rock Armoury Records lançará Nemesis como edição padrão de 11 faixas, bem como a edição especial de 13 faixas (somente digital) em 26 de fevereiro na América do Norte.

Por Mark Gromen 

Confira a matéria em inglês: http://www.bravewords.com/news/197542 

ENTREVISTA COLETIVA COM MEMBROS DE VIPER, SHAMAN, EDGUY E KOTIPELTO

segunda-feira, janeiro 21, 2013
05/10/2004 - Por André Luiz & Thiago Rahal - Fotos por Thiago Rahal

No ultimo dia 27 de setembro de 2004, ocorreu à coletiva de imprensa referente ao festival Rock The Planet, com as bandas Viper, Kotipelto (Stratovarius), Shaman e Edguy. Os temas principais da entrevista foram o festival, o público brasileiro e os projetos de cada banda. Confira alguns trechos.

Por que o Edguy escolheu o Brasil para gravar o DVD?
(Tobias Sammet) O Brasil foi escolhido por causa do público, aqui há muita audiência e não que o público brasileiro seja melhor que os outros, mas ele tem um entusiasmo especial e sabe passar isso de uma maneira fantástica. Eu tive a oportunidade de participar da gravação do DVD do Shaman em São Paulo e foi uma grande experiência, eu vi todo o potencial que havia, então se tivéssemos a oportunidade é aqui que iríamos fazer. E com os contatos que temos hoje, através do nosso manager, isso acabou sendo possível e a gravação do nosso DVD será realizada aqui em São Paulo.

Como o Shaman estava presente á coletiva não faltaram perguntas aos membros da banda, tais como:

Como está o novo CD? Soa como o Ritual, um disco conceitual ou um estilo mais direto?
(Hugo Mariutti) Não, o disco não é conceitual! Achamos que não haveria sentido fazermos um disco conceitual novamente. Quanto ao som, esse é uma continuação do “Ritual”, mas com um estilo um pouco diferente. Não haveria sentido fazer um disco igual, com o mesmo tipo de música, só porque o anterior foi bem sucedido. Ele está mais direto, está mais pesado e eu acho que é uma evolução do trabalho que fizemos em “Ritual”.

"Tive a oportunidade de participar da gravação do DVD do Shaman em São Paulo e foi uma grande experiência, eu vi todo o potencial que havia, então se tivéssemos a oportunidade é aqui que iríamos fazer". Tobias Sammet


Para esse show, o que o Shaman está preparando de novidades, como músicas novas e outras surpresas, afinal essa é a quarta vez que vocês tocam em São Paulo na turnê do álbum “Ritual”?
(Hugo Mariutti) É, na verdade esse show é um pouco diferente, por se tratar de um festival e serem varias bandas, e não só um show do Shaman, mas mesmo assim estaremos apresentando uma música nova para os nossos fãs já saberem mais ou menos o que vem pela frente.

E além dessa música, prepararam mais alguma coisa? O set será diferente?
(Hugo Mariuti) Você vai ver na hora... (risadas).

Já para o Viper, as perguntas eram direcionadas mais ao novo álbum e futuros projetos.

Gostaria de saber se o Viper está preparando algo de novo e como surgiu a oportunidade de se apresentarem no Rock The Planet?
(Felipe Machado) Bom, como volta do Viper estamos preparando um DVD que se chamará “Living For The Night”, nele haverá um documentário contando a história da banda e um show no Japão, além de todos os clipes feitos pela banda. O DVD deve sair no final do ano. E com relação a material novo, já estamos compondo e provavelmente será um “Theater of Fate Part 2”, com musicas que seriam Lado B. E o convite para tocarmos no festival foi feito pela produtora Faz Produções e pela aproximação que temos com o Shaman.

Qual seria o set list para o festival? Haverão músicas de todas as fases da banda? Quais músicas o Ricardo Bocci (novo vocal do Viper) irá cantar? 
(Felipe Machado) O set list será baseado nos primeiros álbuns e o Ricardo irá cantar tanto as músicas da fase André Matos quanto da fase do Pit Passarel, pois o mesmo não esta mais com vontade de cantar.

Kotipelto parecia muito á vontade na coletiva e mesmo com uma única pergunta referente ao Stratovarius, deu risadas e disse que não sabia do estado em que Timo Tolkki se encontrava.

Há poucos meses você participou em um show de uma banda cover do Iron Maiden. Como foi e como se sentiu ao cantar músicas de sua influência?


(Kotipelto) Bom, eu estava na Finlândia de férias e a banda entrou em contato comigo dizendo que queria a minha presença em um show cantando músicas do Iron Maiden. Como estava sem nada para fazer, além de participar do tributo passei uma semana de férias na Itália. Mas falando sobre minha apresentação ainda prefiro as músicas sendo cantadas por Bruce Dickinson (risadas).
Quais os momentos mais engraçados ou diferentes que você passou no Brasil nas quatro vezes em que veio com o Stratovarius?
(Kotipelto) Na verdade foram cinco vezes, mas teve o show acústico que ficou totalmente sem luz e também uma vez que fiquei preso em um elevador.

Na sua opinião, qual o melhor vocalista de todos os tempos?
(Kotipelto, sem pestanejar) Dio. (passam-se alguns segundos, Timo olha para o lado e completa) Depois o “Tobi”, claro... (risadas)

Uma pergunta para todas as bandas criou uma certa polêmica, que foi como elas combatem a pirataria e se tem alguma sugestão para isso.
O Viper respondeu dizendo que se fosse fácil responder essa pergunta já teriam concertado isso, mas que um ponto forte para a pirataria é o preço do cd que na loja gira em torno de R$25 e no camelô R$5 e que não tem como combater isso. 
Já o Edguy e Kotipelto disseram que o fã de Metal é mais criterioso e sempre prefere o álbum original, mas que por outro lado a mp3, por exemplo, ajuda a divulgar a banda.
O Shaman, também é a favor da tese de que deveria abaixar o preço do cd e que o fã sempre compra o original por causa do encarte, caixinha especial e tudo mais.

"Dio (melhor vocalista de todos os tempos)". Kotipelto


Foi perguntado ao Edguy em especial se o projeto Avantasia criado por Tobias Sammet ajudou na carreira da banda?
(Tobias Sammet) Bom é claro que ajudou, porque as pessoas escutavam o projeto e procuravam saber de quem era a banda do vocalista principal do projeto, mas o álbum “Mandrake” com uma grande produção conseguiu por si só ajudar a promover o nome do Edguy.

O mercado norte americano foi comentado na coletiva por Tobias Sammet e Timo Kotipelto.

O que vocês acham do mercado musical dos EUA, visto que as bandas (Edguy e Kotipelto) alcançam bons resultados pela Europa, Ásia e América Latina, mas encontram dificuldades por lá? Vocês acham que o mercado norte americano está melhorando?
(Tobias Sammet) Alguns amigos norte americanos me ligam e sempre dizem essa mesma coisa. Só que o melhorar deles é o Manowar tocar para 100 pessoas hoje, 101 amanhã, 102 depois, e por aí vai... (risadas)
(Kotipelto) É muito difícil competir com bandas dos EUA, é só olhar a “qualidade” das músicas daquele mercado. São uma verdadeira merda. (risadas)

Após algumas brincadeiras de Tobias sobre o calor infernal da sala onde se realizava a coletiva, uma verdadeira sauna segundo as palavras do próprio vocalista, a divertida coletiva foi encerrada. Um grande incentivo para os fãs mais ávidos assistirem ao festival.


TIMO TOLKKI: GUITARRISTA COMENTA SOBRE SINGLES DE NEMESIS

quinta-feira, janeiro 17, 2013
Guitarrista soltou em sua página oficial do facebook sua opinião sobre "Unbreakable" e "Halcyon Days". Tolkki aparenta está satisfeito com a nova produção do novo álbum do Stratovarius.

Acompanhe abaixo opinião de Tolkki:

"Só ouvi dois novos clipes "Unbreakable" e "Halcyon Days" de meus ex-companheiros de banda. Estou realmente chocado. São músicas muito legais. A produção é moderno e fresco. Caminho a seguir!"

Fonte: Timo Tolkki








STRATOVARIUS: OUÇA A FAIXA "HALCYON DAYS"

quarta-feira, janeiro 16, 2013
A revista canadense Brave Words & Bloody Knuckles disponibilizou com exclusividade em seu site a faixa "Halcyon Days", retirada do álbum Nemesis, próximo lançamento do grupo de power metal, Stratovarius.

A faixa pode ser conferida na íntegra no link abaixo:


Nemesis, 14º álbum de estúdio do quinteto finlandês, é o primeiro trabalho com Rolf Pilve na bateria e será lançado em 22 de fevereiro, com onze faixas. Uma edição limitada, com duas faixas bônus, será lançada em 26 de fevereiro.

Fonte: Whiplash

TIMO TOLKKI: EX-STRATOVARIUS ABRE ESTÚDIO NA FINLÂNDIA

terça-feira, janeiro 15, 2013

O ex-STRATOVARIUS, REVOLUTION RENAISSANCE e guitarrista do SYMFONIA, Timo Tolkki, abriu um novo estúdio de mixagem e masterização, o Studiotolkki, em Helsinki, na Finlândia.

Tolkki, juntamente com Mikko Paakkanen (CEO) e Juha Rautio (gerente do estúdio), descrevem-se em seu site oficial como "Um bando de loucos por áudio, que com a ajuda de alguns investidores criaram seu estúdio para suas mixagens e masterizações. Nós garantimos que o trabalho feito é de nível mundial, o preço é competitivo e as mixagens passíveis de rápidas mudanças se assim você quiser."

Para mais informações visite: www.studiotolkki.com

Fonte: Whiplash

STRATOVARIUS: BANDA CONVIDA FÃS PARA SER PARTE DO NOVO DISCO

quarta-feira, janeiro 09, 2013
Após o sucesso de “Polaris” e “Elysium”, a feliz resposta ao CD/DVD/Blu-Ray “Live In tampere”, que incluía um dos shows da última turnê com o baterista Jörg Michael, o STRATOVARIUS está prestes a reforçar sua posição como um dos incontestáveis nomes da cena do prog-symphonic metal com “Nemesis”, um álbum que está prometendo ser um dos melhores de todos.

A banda recentemente entrou em estúdio novamente, somente algumas semanas após ter finalizado seu novo CD, para gravar uma música adicional, em que já estavam trabalhando há algum tempo. “Old Man And The Sea” vai ser uma faixa extra incluída em limitadas 2.500 edições em vinil de “Nemesis”.

Com cerca de 2 meses para o lançamento deste álbum, o STRATOVARIUS deve logo começar a gravar seu primeiro clipe para este CD e está convidando os fãs que tenham vontade de participar deste novo projeto.

Está sendo requisitado que os fãs enviem seu item mais precioso de uma coleção do STRATOVARIUS para win_earmusic@edel.com. Camisas, posters autografados, desenhos, CDs e até bandeiras, artesanato ou qualquer coisa que pareça ser raro ou único e relate um momento da história da banda. As possibilidades são infinitas. A banda selecionará os itens mais divertidos e originais para aparecer no clipe. O prazo final para envio das fotos é 23 de janeiro. Todos os itens recebidos serão devolvidos em perfeitas condições.

O STRATOVARIUS tentará comentar e compartilhar as imagens pelo Facebook.

Para mais informações:






Fonte: Whiplash

LUCA TURILLI'S RHAPSODY: ASSISTA VÍDEO DE "CLASH OF THE TITANS"

segunda-feira, janeiro 07, 2013
A versão do RHAPSODY de Luca Turilli lançou o video clipe para a música "Clash Of The Titans" que faz parte de seu álbum de estréia, "Ascending To Infinity".

Fonte: Whiplash

ANDRE MATOS: "ANGELS CRY" SERÁ TOCADO NA ÍNTEGRA EM NOVA TURNÊ

segunda-feira, janeiro 07, 2013
2013 é um ano especial para Andre Matos. O vocalista, acompanhado de sua banda solo, dará início à turnê de lançamento do novo álbum "The Turn of the Lights" com uma atração extra para os fãs: a banda irá executar o álbum Angels Cry na íntegra.

Lançado em 1993, Angels Cry foi o álbum de estreia de Andre Matos em sua recém-criada banda Angra. O vocalista, apesar da pouca idade, já havia realizado dois discos de sucesso com o grupo Viper, e estudava piano clássico, composição e regência. Além de gravar os vocais e teclados em todas as faixas, Andre Matos foi o compositor e arranjador de nove das dez faixas do álbum, incluindo Carry On, que veio a se tornar um clássico do metal mundial. Com sua combinação inovadora de power metal, progressivo, ritmos e elementos da música clássica, Angels Cry tornou-se um grande sucesso internacional e posicionou o grupo brasileiro entre as principais bandas de power metal do mundo em sua época.

Andre Matos, que recentemente lançou o álbum "The Turn of the Lights" em mais de 30 países, inicia sua nova turnê em março de 2013. O vocalista e sua banda prometem um show completo, que consistirá de duas partes: na primeira, as músicas do novo disco e os sucessos de toda a carreira incluindo as fases Viper, Shaman e banda solo - e na segunda, o álbum Angels Cry tocado na íntegra, celebrando os 20 anos de um momento único que entrou para a História.

Mais informações em www.andrematos.net
Promotores de shows, entrar em contato pelo e-mail rockshowbizz@gmail.com.

Fonte: Whiplash

STRATOVARIUS: AMOSTRA DE TÍTULO FAIXA DE TRANSMISSÃO DE NEMESIS

sexta-feira, janeiro 04, 2013
Earmusic vai lançar o tão esperado novo álbum de estúdio do Stratovarius chamado Nemesis, como padrão edição de 11 faixas, bem como 13-track edição especial em 22 de fevereiro. Confira uma amostra da faixa-título abaixo:


Fonte: Bravewords.com

STRATOVARIUS: CONFIRMADO SEVEN KINGDOMS EM TURNÊ EUROPÉIA

sexta-feira, janeiro 04, 2013
De acordo com uma atualização dos finlândeses do Stratovarius, a banda norte-americana Seven Kingdoms foram adicionadas ao projeto de lei de sua turnê européia ao lado da banda Amaranthe como apoio.

The Nordic Nexus Of Nemesis Tour 2013  terá início em Munique, Alemanha, em 20 de março. Datas confirmadas são:

Março
20 - Backstagehalle - Munique, Alemanha
21 - Stadtgarten - Erfurt, Alemanha
22 - Masters Of Rock Cafe - Zlin, República Checa
23 - Clube 202 - Budapeste, Hungria
24 - Clube Majestic - Bratislava, Eslováquia
26 - Szene - Viena, Áustria
27 - Hirsch - Nuremberga, Alemanha
28 - Matrix - Bochum, Alemanha
29 - Grünspan - Hamburgo, Alemanha
30 - De Pul - Uden, Holanda
31 - La Cigale - Paris, França

Abril
2 - La Laiterie - Estrasburgo, França
3 - Le Kao - Lyon, França
5 - Razzmatazz 2 - Barcelona, Espanha
6 - Arena - Madri, Espanha
7 - Rock Star - Bilbao, Espanha
9 - Z7 - Pratteln, Suíça
10 - Alcatrazz - Milão, Itália
11 - Rockfabrik - Ludwigsburg, Alemanha
13 - PPM Fest (Festival) - Mons, Bélgica


STRATOVARIUS: VIDEO DE PERFORMANCE COM ROLF PILVE

quarta-feira, janeiro 02, 2013
Para quem ainda não viu o novo baterista do STRATOVARIUS, Rolf Pilve em ação, no video a seguir pode conferir a performance com o novo membro do grupo.

Rolf de 24 anos, substituiu o ex-baterista Jörg Michael que deixou a banda por motivos pessoais. Confira abaixo a performance de "Hunting High And Low" no Masters Of Rock:

Fonte: Whiplash