TIMO TOLKKI'S AVALON: GUITARRISTA MELHOR DO QUE NUNCA

terça-feira, abril 30, 2013

Provavelmente é suficiente dizer que o guitarrista e compositor Timo Tolkki não para! Ou talvez possa dizer que um bom homem não fica por baixo. Não muito tempo atrás, a história dele era com a famosa banda de power metal Stratovarius. Recentemente, foi o projeto ‘’desigual’’ Revolution Renaissance feito em três partes.

 Agora, convidado pelo presidente da Frontiers Records,  Serafino Perugino, Tolkki revisita um conceito que Perugino e ele consideravam há muitos anos. O resultado é o projeto de Timo Tolkki Avalon (não confunda com outra banda de nome semelhante que acaba de lançar The Mystery of Time), a estréia The Land of New Hope, uma ópera rock / metal.

Avalon :: Tolkki com a linda Elize Ryd.
O conceito gira em torno do futuro, a terra quase morta e os sobreviventes em busca de uma terra com  nova esperança. A história se desenrola, é claro, em composições de metal épico e melódico e de energia que efetivamente misturam grooves de rock com grandes melodias e harmonias, grandes camadas de sintetizadores sinfônicos, e seu próprio jogo guitarra.

Timo Tolkki, com seus elementos está no seu melhor, com a confiança e vigor renovados . Algumas destas canções são as melhores que ele já escreveu , e certamente melhor do que a maioria do material de Rev.Ren
Tolkki é ajudado ao longo do caminho por um poderoso elenco de músicos. A primeira é a linda e muito talentosa Elize Ryd do Amaranthe como principal vocalista. (Confira o vídeo abaixo). Ela é apoiada por vários dos melhores metais vocalista masculino de uma geração, incluindo:  Michael Kiske, Russell Allen, Rob Rock, e Tony Kakko. Outra voz feminina vem com Sharon den Adel do Within Temptation. Nos teclados, a ajuda vem de Jens Johansson (Stratovarius), Derek Sherinian (Black Country Communion, ex-Dream Theater) e Mikko Harkin (Sonata Arctica) e na bateria Alex Holzwarth de Rhapsody of Fire.

Para as música, não há muito mais a acrescentar à descrição acima mencionada, exceto, talvez, dizer que Tolkki e companhia têm feito grandes esforços para fazer as músicas imensamente cativantes. Por fim A World Without Us, Enshrined in Memory (veja o video no link abaixo), In the Name of the Rose, We Will Find a Way e Shine . No entanto, o mesmo poderia ser dito para a balada de metal inspiradora  I'll Sing You Home. Mas também não se esqueça de Tolkki sempre pode entregar power metal para a frente. Com Avalanche Anthem, The Magic of the Night, Edge of the Earth e de forma épica com a faixa-título de fechamento (que poderia ter sido feito melhor se Elize Ryd tivesse sido envolvida no arranjo vocal).

Para repetir comentários anteriores, The Land of New Hope encontra Timo Tolkki melhor do que nunca esteve no o power metal melódico épico que o fez tanto pioneiro e um ícone do gênero. Altamente recomendado.

Tradução: Daiane Aguilär

Fonte: Dangerdog

#RELEMBRE: ENTREVISTA COM JÖRG MICHAEL PUBLICADA NO SITE PORTAL DO ROCK EM 2003

domingo, abril 28, 2013
STRATOVARIUS, uma mistura de STRATOCASTER, a famosa guitarra FENDER, com o não menos famoso violino STRADIVARIUS. STRATOVARIUS é uma banda de metal melódico com fãs em todo mundo, principalmente no Brasil. A banda vai estar em agosto no país, com apresentação no Olympia, em São Paulo, entre outros shows, mas enquanto a banda não chega, o PORTAL DO ROCK, providenciou um pequeno "petisco" para os fãs brasileiros, entrevistando o baterista Jörg Michael por e-mail. Jörg, além de ser uma pessoa inteligente e um grande músico, também tem um grande senso de humor. Confira abaixo a entrevista na íntegra. ENJOY!!

Portal: O primeiro nome da banda foi BLACK WATER. Você sabia que existiu uma banda de hard rock (se não me engano alemã) com esse nome?

Jörg Michael: Honestamente, eu não sei nada sobre isso, mas com certeza soa como se os caras tivessem sido influenciados pelo DEEP PURPLE.

Portal: Com tantas bandas melódicas no mercado, qual é o segredo para manter o STRATOVARIUS na mídia?

JM: Essa questão é sempre difícil de responder! Como eu posso saber ..? Primeiro, eu acho que nós combinamos muitas coisas em uma só banda. Existem essas músicas super-rápidas, mas por outro lado, nós temos músicas muito lentas, quase baladas, com muito sentimento. A banda tem a capacidade de mostrar muitas faces sem perder a sua credibilidade, além de todos serem bons músicos, ok, às vezes - se eles tiverem vodka suficiente! Eu acho que as harmonias que o Tolkki (vocalista) usa, dá a banda esse sentimento especial que nenhuma outra banda tem. Mais do que qualquer outra coisa eu acho que: todos sentem que o que nós fazemos é tirado de nossos corações. Quando você faz isso, da forma que Tolkki tem feito por todos esses anos, todos sentem que ele não tem feito isso por dinheiro, mas pela música!

Portal: Vocês têm frio quase o ano inteiro na Finlândia (país do STRATOVARIUS). Essa é a razão da existência de tantas bandas em seu país (garotos e garotas ensaiando o ano inteiro, fugindo do mau tempo do lado de fora!)?

JM: JM: Sim..isso é parte do que eu penso! A outra parte é que a Finlândia é tão longe da cena normal que as pessoas precisam ser extremamente boas para receberem alguma atenção!

Portal: As bandas que têm se apresentado no Brasil dizem que nós temos o melhor público. O que você acha disso?

JM: Eu concordo totalmente. Também no sul da Europa, os fãs são muito mais entusiásticos e celebram mais cada show da banda do que em outros países. Nós temos experiência com os fãs mais para cima, no norte, por exemplo, na Suécia, onde eles também são realmente loucos, mas com certeza, a América do Sul é alguma coisa muito especial!

Portal: Bandas são como vinho, melhoram com o tempo? STRATOVARIUS está no seu melhor momento?

JM: Eu não sei, eu não vejo dessa forma. Nós estamos melhores para o momento em que estamos vivendo. Eu não diria que hoje o DEEP PURPLE está vivendo o seu melhor momento, mas eles ainda são uma grande banda. Eu acho que o STRATOVARIUS ainda tem muito para mostrar, mas eu não compararia os tempos do álbum EPISODE com os de agora, isso não funcionaria!

Portal: Como a banda trabalha, alguém chega com uma idéia e todos trabalham a partir dela, ou existe uma espécie de "brainstorm" (discussão sobre um tema), quando vocês começam a compor um novo álbum?

JM: O processo é que na maioria das vezes o Sr. Tolkki prepara as demos, então nós nos reunimos, praticamos, tocamos por aí, tentamos diferentes arranjos, gravamos, re-gravamos, as coisas usuais! Isso também varia de álbum para álbum, às vezes, nós nem ensaiamos, por exemplo, para o disco Visions, para os álbuns da série "Elements", nós trabalhamos muito antes de chegarmos aos estúdios!

Portal: A pergunta inevitável, e sobre as bandas brasileiras, você (e os caras da banda) gosta de alguma delas?

JM: Claro, ANGRA - nós saímos em turnê com eles, ainda com a velha formação, com André Matos, grande banda, grandes pessoas, é pena que (uma das traduções para "shame", dependendo do contexto, mas que também significa "vergonha") eles perderam o básico para continuar trabalhando juntos, eu sou um grande fã do álbum "Holy Land". SEPULTURA, a mesma coisa, eu fiz uma turnê com eles no começo dos anos 90 com uma banda chamada HEADHUNTER, eu nunca tinha visto uma banda tocando esse tipo de metal com tanta energia igual eles tocaram, não durou muito, infelizmente, eles ainda têm uma boa formação, mas não é a mesma coisa....

Portal: Sobre novas bandas, você acredita que exista alguma com possibilidades de "tomar de assalto" o mundo do metal melódico?

JM: Puh, eu não sei, eu aposto que mais cedo ou mais tarde uma banda legal vai chegar e tomar conta, mas nesse momento, eu não vejo ninguém melhor que os velhos, tipo BLIND GUARDIAN ou nós, MASTERPLAN é uma banda nova muito boa, mas os seus membros são também músicos com muita experiência, então, eles na verdade, não estão chegando agora.

Portal: Por favor, diga alguma coisa sobre o seu kit de bateria.

JM: (???) Há mais ou menos dois anos eu uso PREMIER, bons cascos, eu gosto muito deles. Eu monto tudo em um rack da TAMA, muito legal e fácil de montar e desmontar. Meus pratos são fabricados pela MEINL, recentemente eles apresentaram uma série chamada AMUN, eu amo esses pratos, minhas baquetas são fabricadas por VIC FIRTH, as melhores baquetas que você pode conseguir nesse planeta. De qualquer forma, um bom kit de bateria não faz um grande baterista!!!

Portal: Você é endorser de alguma fábrica de bateria? (essa pergunta acabou sendo desnecessária mas, a gente não fica sabendo se não perguntar!!)

JM: Premier Drums, ferragens da Tama, pratos Meinl, baquetas Vic Firth e Sounddata Helsink!

Portal: STRATOVARIUS não escreve diretamente sobre política, mas o que a banda pensa sobre "Guerra do Iraque"?

JM: Nós realmente não gostamos de dar opiniões sobre política, nós lidamos com o infinito, nós não gostamos de nos posicionar acima das outras pessoas e dizer para elas o que é certo e o que é errado! Nesse caso, é óbvio que essa guerra não foi iniciada fora dos motivos que a delegação de Bush quer que nós acreditemos. Até mesmo a sua própria CIA estava contra essa guerra. Com certeza é difícil falar sobre isso. Se você se coloca contra Bush, vai parecer que você apóia Saddam. Desnecessário dizer que ele também é um completo bastardo. Eu realmente não me importo quando esses idiotas se matam entre eles, mas é uma vergonha que muitas pessoas inocentes tenham que morrer e esses caras continuem vivendo num mundo de completa luxuria, que planeta...

Portal: Jörg, obrigado pela sua atenção. Você poderia mandar uma mensagem para os fãs brasileiros?

JM: Ok, obrigado pelas suas perguntas, além disso, eu quero convidar a todos os "metal heads" brasileiros para irem aos nossos shows em agosto. Eu gostaria de dizer, por outro lado, que o próximo campeão mundial vai ser a Alemanha - infelizmente, você não pode ter sorte o tempo todo!!!

Niva dos Santos - especial para o Portal do Rock

TIMO TOLKKI'S AVALON: DETALHES DE "THE LAND OF NEW HOPE"

sexta-feira, abril 26, 2013

TRACKLISTING:

Avalanche Anthem, A World Without Us, Enshrined in My Memory, In the Name of the Rose, We Will Find a Way, Shine, The Magic of the Night, To the Edge of the Earth, I’ll Sing You Home, The Land of New Hope.

A HISTÓRIA

Acontece em A.D, 2055 e a maioria das grandes cidades do planeta Terra ou são inundadas com tsunamis ou destruídas por terremotos e incêndios. Toda a infra-estrutura e sistema de comunicação foi quebrada. A destruição é total. Um pequeno grupo de sobreviventes sai para uma busca para encontrar um lugar sagrado conhecido como "The Land Of New Hope". É um velho conto de fadas que tem sido dito desde há décadas, mas poucos realmente acreditaram em sua existência. Eles viajam longe em uma busca cheia de perigos e se deparam com uma vidente que os orienta ainda mais. Ela explica que "The Land Of New Hope" existe, mas é mantida por um Guardião e somente aqueles que são puros de coração podem ultrapassá-lo. Eles seguem andando para o seu destino final.

O ÁLBUM

O ex-líder e compositor e guitarrista do Stratovarius, Timo Tolkki foi silenciosamente preparando sua vingança musical. Após uma chamada de Serafino Perugino ( da Frontiers Records) no verão de 2012 a , Tolkki rapidamente cancelou todos os planos e começou a escrever um novo álbum a partir do zero seguindo um conceito original discutido por anos entre o artista e Perugino.

A idéia era ter um metal / rock ópera grandiloquente com algumas orquestrações cinematográficas para trazer de volta o som original Stratovarius de uma forma mais sinfônica e grandiosa. Tolkki conseguiu reunir alguns dos cantores mais renomados, com foco especial em uma das mais talentosas jovens cantoras Elize Ryd (Amaranthe), que tem a maior parte dos vocais do álbum.

Com a Frontiers e o total apoio e produção executiva de Serafino Perugino, "The Land of New Hope" abre um novo capítulo na carreira e perspectivas de Tolkki, para que ele possa recuperar a credibilidade artística completa com sua própria música e performance.

A impressionante arte do álbum foi criada especialmente para este projeto por Stanis W. Decker e será lançada em duas versões - CD regular e edição de luxo, com um documentário de 30 minutos "making of do álbum" e dois videoclips promocionais.

O ELENCO

Guitarras e baixo: Timo Tolkki
Vocais: Michael Kiske (Unisonic), Elize Ryd (Amaranthe), Rob Rock (IMPELLITTERI), Russell Allen (SYMPHONY X), Sharon Den Adel (WITHIN TEMPTATION), Tony Kakko (Sonata Arctica).
Teclados: Jens Johansson (STRATOVARIUS), Derek Sherinian (BLACK COUNTRY COMMUNION), Mikko Harkin (Sonata Arctica)
Bateria: Alex Holzwarth (Rhapsody of Fire)
Orquestrações: Sami Boman
Opera Vocal: Magdalena Lee

Tradução: Daiane Aguilär

TIMO TOLKKI AVALON: THE LAND OF NEW HOPE

quinta-feira, abril 25, 2013

Você passa anos à espera de um álbum de Symphonic Power Metal de qualidade e adivinhem? Dois chegam quase simultaneamente. Tão quente, ainda nos saltos do novo álbum do Avantasia (e excelente) vem aí o projeto Timo Tolkki Avalon com o The Land Of New Hope.

O elenco, como sempre para esses projetos, é estelar com vocais oriundos de Michael Kiske (Unisonic/ex-Helloween), Elize Ryd (Amaranthe), Rob Rock (Impellitteri), Russell Allen (Symphony X/Mob Adrenalin), Sharon Den Adel (Within Temptation) e Tony Kakko (Sonata Arctica). O teclados são de Jens Johansson (Stratovarius), Derek Sherinian (Black Country Communion/Dream Theater) e Mikko Harkin (Sonata Arctica), enquanto a bateria é por conta de Alex Holzwarth (Rhapsody Of Fire). Isso deixa a guitarra e o baixo como deveres a serem tratados exclusivamente pelo próprio Tolkki, Ex-líder do Stratovarius, provou mais uma vez que ele superou, em grande estilo, os problemas de saúde que levaram à saída de sua antiga banda.

Conceitualmente The Land Of New Hope é a primeira parte de uma trilogia que conta a história da busca de (como o título sugere) uma terra com nova esperança, num apocalíptico pós 2055. Não é muito complexa, a história realmente se move em ritmo acelerado, com várias peças e personagens explorados no que poderia ser descrito como um conto de fadas futurista de metal sinfônico. Fundamentalmente, a música é a verdadeira força motriz, que pulsa de forma positiva, com poder e bravura, ao ser oferecido um aspecto mais suave pelos excelentes vocais ‘’metálicos’’ de Elize Ryd do Amaranthe.
Esta é uma moça capaz de adicionar emoção real à sua volta, embora ela também possua mais que o suficiente para igualar e até criar alguns dos momentos de maior destaque no álbum. Para ela, seria demais acreditar que, mesmo lançada frente a Kiske, Sharon Den Adel, Rock and Allen, ela sai como um dos pontos focais verdadeiros do que Tolkki criou aqui.

Stratovarius são pontos de referência óbvios, mas também são Avantastia, Rhapsody Of Fire ou mesmo Unisonic, com a mistura de Symphony e Power. Pode-se tocar bases fortes com todas essas bandas e outras, embora não sigam nenhuma regra. Avalon do TT sugere e oferece algo novo e seria exigir bastante de alguma forma.

Se Tolkki, permitir que seus convidados tenham espaço para brilhar intensamente e não for tímido em tomar o centro do palco, com seu impressionante trabalho na guitarra. Eu iria longe para sugerir que alguns dos solos produzidos aqui não são nada menos do que excelentes. Para alguns, os aspectos de The Land of New Hope talvez esteja muito perto das suas influências para realmente convencer.

No entanto puramente com a força de algumas grandes canções (especialmente a rápida "To The Edge Of The Earth" e a faixa-título adequadamente lenta ) performances cintilantes, The Land of New Hope será um lugar em que Symphonic Metallers de boa vontade vão se juntar em busca de descobertas. As partes II e III devem ser muito interessantes também!

Track Listing
1. Avalanche Anthem
2. A World Without Us
3. Enshrined in My Memory
4. In the Name of the Rose
5. We Will Find a Way
6. Shine
7. The Magic of the Night
8. To the Edge of the Earth
9. I'll Sing You Home
10. The Land of New Hope

Tradução: Daiane Aguilär

STRATOVARIUS: NÓS NUNCA PARAMOS DE TENTAR

terça-feira, abril 23, 2013

Quando Timo Tolkki declarou fim do Stratovarius em 2008, não havia praticamente ninguém que não tinha certeza de que a história dos metaleiros finlandeses teria acabado. Tal foi a importância do homem para a banda. Quem teria pensado que, cinco anos mais tarde Stratovarius iria lançar seu terceiro álbum sem o seu ex-mentor? E que seria considerado como indiscutivelmente o melhor em muitos anos ainda pela sua longa duração e os fãs mais hardcore. As banda raramente beneficiam com a saída de seu principal compositor, mas com Stratovarius, temos uma grande exceção à regra. Pode se considerar agora que a banda sobreviveu e continuará "fazer as pessoas felizes" (como diz seu novo guitarrista Matias Kupiainen) por um longo tempo.

Nossa entrevista com Matias está centrada em torno do mais recente álbum "Nemesis" (ele ainda estava pra ser lançado no momento da nossa conversa), e ele provou ser a pessoa perfeita para falar sobre isso, já que não só escreveu a maioria das músicas, mas também produziu e mixou o registro. A nossa longa conversa abrangeu também outras coisas, como o novo baterista, atitude de Matias em relação ãs comparações com Tolkki e suas expectativas para a próxima turnê européia. A propósito, Stratovarius vai fazer dois shows na Rússia durante esta excursão. Certifique-se de que você não perderá!

Oi Matias, como você está?

Eu estou bem. Na verdade, eu estou sentado no estúdio praticando para que próxima turnê européia.

É o que está fazendo esses dias?

Sim, muito bem. É tempo de ensaio para nós. Estamos nos preparando para a turnê. Basicamente, podemos fazer algum trabalho promocional, algumas entrevistas, coisas assim. Eu acho que Lauri [Porra, baixista] está se divertindo agora em algum lugar no exterior em uma pequena férias, e depois ele volta, vamos voltar para a sala de ensaio e começar a construir toda a configuração para a turnê como uma banda. Quando é que vamos começar? O primeiro show é 09 de março (Mathias está um dia errado, a turnê começa 08 de março - ed.) E nós vamos estar em turnê até o final de maio. É muito importante para nós estarmos preparados para a tour, especialmente neste momento porque estamos em turnê com a banda sueca Amaranthe, e nós temos que ser fodas, você sabe! Temos que estar realmente em forma.

Você conhece os caras do Amaranthe?

Na verdade, eu não os conheci. Jens [Johansson, tecladista] deve conhecê-los melhor de tudo, é claro, porque ele é sueco e Amaranthe é uma banda sueca também. E parece-me, Rolf [Pilve, novo baterista] já se encontrou algumas vezes em alguns festivais. Estou realmente esperando por essa turnê, porque é sempre divertido ter outra banda no mesmo ônibus de turnê. Haverá grandes festas no ônibus quando ele está em movimento. Vai ser muito divertido.

Me lembro a última turnê foi com Helloween ...

Sim, foi uma turnê mundial enorme, quase como uma viagem de um ano. Acho que foi uma escolha muito boa no momento, mas Timo [Kotipelto, vocalista] ficou muito doente. Foi no final ... Não, no início de 2011, quando o álbum saiu, e ele ficou algumas bactérias realmente ruins. Basicamente, Helloween meio que salvou nossas bundas e nós definitivamente devemos a eles. Foi divertido, vendemos muitos ingressos em locais que não tínhamos tocado antes. Estou feliz que fizemos, e também acho que a maioria dos nossos fãs gostou da idéia de ter um bom pacote de power metal, uma espécie de Noite de Power Metal europeu. Você pode até chamá-lo de um pequeno festival. Isso é o que vamos tentar alcançar com Amaranthe, também.

Você acha que é melhor estar em um passeio com uma big band? Neste caso, você pode chegar a mais pessoas ao mesmo tempo?

Sim, com certeza, é uma coisa boa, especialmente para uma banda menor. É uma chance de construir uma audiência, ganhar mais alguns fãs, uma espécie de fã-clube mundial. É importante, especialmente nos dias de hoje, quando as vendas de discos estão caindo e blá-blá-blá, você conhece a história. A concorrência é tão dura nos dias de hoje, e os fãs tem que escolher qual banda eles vão ver ", porque há tantas bandas em turnê ao mesmo tempo. Nesta circunstâncias, quando você entregar um bom pacote de bandas as pessoas se tornam um pouco mais interessadas. Basicamente, eles podem obter mais valor para seu dinheiro. Também é assim que se tenta impulsionar as vendas de discos um pouco. Fãs vindo para o show, e pode haver algumas pessoas novas entre eles que vêem a banda pela primeira vez. Se nós, como eles podem ir a uma loja e comprar um disco, que também é útil. No final do dia é um negócio, e eu acho turnê é a coisa mais importante que você pode fazer.
OK, vamos falar sobre o seu novo álbum? Faltam 3 dias para a data de lançamento oficial, mas o álbum já está na Internet ...

Sim, foi uma semana atrás, quando vazou. Acho que foi quando as cópias físicas do CD saíram, por isso deve ser alguém das lojas que fizeram isso, eu acho ... Hoje em dia isso acontece o tempo todo. É impossível obter um registro de Internet e impedir as pessoas de usar torrents, download de músicas e fazer vídeos do Youtube. Nossa gravadora tentou fazer com que todos os vídeos Youtube fossem excluídos, e, basicamente, temos apenas 3 dias para lançar o álbum é lançado e não há o que fazer sobre isso, pois haverá um grande número de pessoas baixando tudo. É uma guerra que ninguém pode vencer, então ...

Parece que o álbum está sendo muito bem recebido tanto pelos fãs e os críticos. Você esperava isso?

Honestamente, quando você está fazendo um álbum, você não tem idéia de como vai ser. Claro que eu tenho que acreditar no que estou fazendo. Especialmente com este álbum que eu fiz um monte de músicas, e também mixei e produzi o álbum. É natural que eu tenho de ficar orgulhoso por trás do álbum. Mas enquanto você está fazendo uma gravação, se você começar a pensar, talvez esse tipo de coisa vai ser bem sucedida e talvez nós tenhamos mais público, ou algo parecido, é uma abordagem errada. Tentamos entregar as melhores músicas que pudermos, e é isso. Com o "Nemesis" Estou muito feliz que as pessoas têm que recebido tão calorosamente, temos alguns comentários realmente agradáveis e parece que as pessoas gostam deste álbum. Quanto a mim, eu preciso fazer uma pausa a partir do álbum porque eu venho fazendo isso por uns seis meses. Eu não vou ouvir este álbum talvez por um mês ou dois - e talvez eu vou ser capaz de formar a minha opinião. Claro que eu gosto de coisas boas por lá agora. Quando você tem um bebê, é claro que você ama o bebê, mas você não sabe como o bebê vai ser depois de alguns anos, então ...

Leva tempo ...

Sim. Em poucos anos, eu vou ter minha opinião se "Nemesis" é um bom álbum ou não. O tempo vai ajudar, sim.
Foi realmente surpreendente ouvir esse tipo de música a partir de Stratovarius. O álbum é bastante Dark e pesado ... Será que você pretendiam fazer um álbum como este?

Não. Você sabe, houve rumores sobre o uso de alguns sons de sintetizador mais modernos ou tentar alguma coisa eletrônica, mas não houve qualquer tipo de acordo que nós vamos fazê-lo mais escuro ou pesado, criar esse tipo techno-ish de som, definitivamente não. Eu acho que veio muito naturalmente. Foi feito da mesma maneira como fizemos "Polaris" e "Elysium". Todo mundo faz suas próprias músicas em casa e quando você tem uma boa música e você acha que pode se encaixar sob o título Stratovarius, então você apresentá-lo para o resto dos membros da banda. Juntos nós decidimos se é uma boa canção e ele vai para o álbum ou podemos usá-lo como uma faixa bônus ou algo assim. É sempre uma forma democrática de tomada de decisão. Se fizermos qualquer tipo de "agora vamos fazer só esse tipo de música" dentro da banda pode afetar a forma como escrever música. Todo mundo tem sido muito livre para escrever qualquer tipo de música que eles gostam .

Agora são três álbuns lançados pela nova versão do Stratovarius, por assim dizer. Todos eles são realmente diferentes. "Polaris" tem uma grande variedade de música, "Elysium" é mais progressista, e agora temos "Nemesis", que é o mais pesado dos três. Parece que a banda está à procura de um estilo próprio. Você pode dizer que você já encontrou?

Sim, eu gostaria de acreditar que encontramos, finalmente. Com o "Polaris", havia um monte de questões abertas, você sabe. Todo esse material foi composto com o tipo de crença que nós nunca seremos Stratovarius e vamos continuar como uma outra banda ou algo assim. Quando gravamos o álbum, não tínhamos nem mesmo uma gravadora, nós não tínhamos nada, mas ainda assim fizemos a gravação com o nosso próprio dinheiro ... Quando o álbum estava pronto ouvimos várias vezes e pensamos, "OK , soa como um álbum de Stratovarius, talvez por isso devemos continuar como Stratovarius ".

Falando sobre "Elysium" ... Sim, talvez todo mundo queria fazer um pouco de música mais progressiva naquela grãavação. Eu não sei, foi a mesma coisa que com o "Nemesis", aconteceu... Nós nunca discutimos isso antes, era sim uma evolução natural para nós.

Acho que estivemos um pouco mais preparados com o "Nemesis". Tivemos mais tempo para compor as coisas e havia muitas músicas para escolher. Havia um pouco mais de tempo para a produção em si, como 4 meses no estúdio. Houve tempo suficiente para pensar, para relaxar em algum momento e pensar novamente como fazer essas canções. Há uma espécie de ambiente criativo no estúdio para que onde uma música toma a forma final. Todas essas pequenas coisas afetam o que você está fazendo com a gravação e isso é a atmosfera, que é realmente importante.

Voltando à sua pergunta original, é claro que você tem que sempre desenvolver-se como músico, como uma banda. É importante para se tornar um músico melhor, um compositor, sei lá, um homem melhor, um ser humano ... É claro que estamos tentando encontrar a nós mesmos. Talvez seja esse o estilo que vamos fazer na próxima gravação teremos as mesmas coisas ou - Espero que – músicas um pouco melhores. Ou talvez nós vamos fazer um álbum country, ou um registro popular, ou algo assim, nunca se sabe. (Risos)
Você mencionou que o álbum é um pouco mais moderno. O que quer dizer com isso?

Eu acho que nossos arranjos são um pouco mais modernos do que o Stratovarius fazia nos álbuns anteriores. Também tentei conseguir um pouco de som mais moderno, ao mixar o álbum. Os tambores são mais autênticos, não há amostras utilizadas neste disco. Ao mesmo tempo, é um pouco mais violento, o som realmente focado. Também desta vez, tomamos a decisão certa sobre não usar muito material orquestral. Claro que existem alguns arranjos corais maciços mas desta vez nós deixamos tudo isso sinfônico fora e substituímos por um sintetizador de Jens, que é o tipo mais moderno de som. Ao fazer os arranjos tentamos obter essa vibração moderna e descobrir algum tipo de sulcos que não tenham sido escutados em power metal antes. Talvez isso é o que torna mais moderno em tudo.

Você pode nos dizer sobre a capa do álbum? Onde é que a nave espacial dos álbuns anteriores?

Bem, a capa foi feita pelo mesmo cara que fez o "Polaris" e "Elysium". Seu nome é Gyula Havancsák, ele é um cara húngaro e um artista brilhante. Se você tiver uma cópia física do CD ou o vinil, você encontrar isso no encarte. Nós o chamamos de Estrela Polaris ou Stratovarius Star. Foi o primeiro tema para a capa, mas nós pensamos que era muito escuro para capa principal, e Gyula fez este anjo com o fogo, e todas as bombas que caem do céu, coisas assim. Quando ficou pronto não havia essa estrela na capa e nós estávamos correndo contra o tempo. Foi uma cobertura muito legal então decidimos: "OK, vamos com este", então colocamos a estrela dentro do livreto.

Vamos falar sobre a produção do álbum. Ele deve exigir não apenas a certas habilidades, mas também, você sabe, alguma neutralidade, objetividade, esse tipo de coisas ...

Sim, é claro. É realmente difícil, especialmente quando estamos a falar de minhas próprias músicas. É mais fácil quando se é a canção de alguém. Você sabe imediatamente o que há de errado com isso, mas quando se trata de suas próprias músicas que você tem que ser muito crítico, muito honesto consigo mesmo. É um sentimento feio do caralho. Quando estou no estúdio eu tenho um monte de ‘’chapéus’’, você sabe. Eu tenho um ‘’chapéu’’ de produção e um de gravação e um de engenharia. Eu tenho vários ‘’chapéus’’ para o guitarrista e para o membro da banda e assim por diante. É difícil decidir qual ‘’chapéu’’ você está usando no momento. ( Quando menciona Chapéus, Matias se refere às várias funções e posições como membro do Stratovarius- D.A).

Ele mostrou muito clara com esse álbum. Durante os primeiros dias, fizemos uma passagem de som com Rolf e eu tentei ser apenas o engenheiro de som. Depois que eu mudei para o modo de produção e começou a gravar e pensar sobre os arranjos e coisas assim. Bem, é realmente difícil, mas eu ainda estou feliz que o resto da banda acredita em mim e eu tenho essa grande oportunidade de fazer a gravação com eles. Stratovarius é foda, por isso não poderia estar mais feliz. Claro, aí reside uma grande responsabilidade também. Se você fode com tudo ... (risos) Vai ser muito importante. Penso muito sobre isso: "E se eu estragar tudo, e se eu não posso fazer isso, se eu não posso entregar o material e cumprir o prazo". São decisões que você faz com o ‘’chapéu’’ de produzir em sua cabeça. Às vezes, você tem que decidir algo que você não gosta muito, mas você tem que pensar sobre o que é o melhor para a banda. É um caminho difícil.

Sendo agora o principal compositor da banda, assim como o produtor e tudo mais ... Será que podemos chamá-lo de o novo mentor do Stratovarius?

Eu não gosto que as coisas sejam chamadas assim. Eu não sou o mentor do Stratovarius. Acho que foi Tolkki que foi definitivamente o líder da banda. Agora, temos esta abordagem democrática quando, basicamente, todo mundo é o líder. Sim, eu escrevo um monte de músicas e, claro, a banda rejeita alguns deles. Eu me sinto muito sortudo por ter tantas músicas neste álbum, "Nemesis". É realmente importante para mim. Embora seja a mesma coisa com os outros caras. Timo não foi tão criativo, ele tem apenas 3 ou 4 canções,Lauri e Jens tambem. Se eu escrevesse três músicas, também, não haveria muitas músicas para o álbum. O que seria? Eu tento trabalhar para a banda, eu faço as melhores músicas que eu posso assim ... Mas eu não sou o cérebro por trás da banda, eu sou um membro da banda no final.
Há um monte de pessoas que dizem que você já ofuscou Tolkki. O que você acha sobre essas comparações?

Na verdade, eu odeio todas essas comparações, para mim é uma coisa infantil. Claro que existem pessoas que tentam comparar as coisas. Uma maçã melhor do que uma laranja? Comida chinesa é melhor que comida tailandesa? É tudo sobre opiniões e todo mundo tem uma. É como um idiota, todo mundo tem um. Se você me compara a Tolkki... Acho que ele definitivamente é um grande guitarrista, mas eu tenho uma abordagem diferente para o meu jeito de tocar. É a mesma coisa se você comparar um pianista de jazz a um clássico. E se você pensa dessa forma, Tolkki que fez quase 99% das coisas, ele basicamente construiu Stratovarius e sacrificou tudo por esta banda. Sem Tolkki eu não estaria aqui falando no telefone com você, na verdade. Então é uma coisa muito importante que todo mundo deve se lembrar. Se as pessoas gostam de comparar elas tem que ser capazes de fazer. Eu respeito a opinião de todos e é isso.

Eu posso observar você não escreve muitas letras, não é?

Sim, eu gosto de escrever a música e eu acho que não sou tão bom com as letras. A maior parte das coisas que eu escrevo é bastante simples. Em 99% do tempo ao fazer uma música que eu apresentá-lo ao Timo e escreve a maioria das letras. O que eu lhe dou é uma espécie de linhas de gancho que eu tinha em minha mente quando eu estava compondo a música. Algo como (canta) "Ninguém pode me derrubar" ou "Unbreakable", você sabe. Eu sempre tento ter esse tipo de abordagem lírica, e não apenas entregar a música. Eu sempre começo com esta linha melodia vocal, eu tento encontrar esse tipo de abordagem rítmica que vem do texto. Ao dirigir para o estúdio eu não ouvir qualquer música, eu tento cantar algumas linhas e se eu vir com algo legal eu tento anotá-la no estúdio e pensar sobre que tipo de harmonia que existe.

Agora, com "Nemesis", os versos surgiram do nada. Por exemplo, "Unbreakable" tem uma coisa rítmica muito forte . Isso me ajuda a escrever uma boa música quando eu tenho essa coisa rítmica e há algumas palavras ali. Então eu posso pensar no clima geral da música e que tipo de letra Timo vai escrever lá. Tudo caminha lado a lado aqui.
Você disse em alguma parte, a canção "Unbreakable" tem um significado pessoal para você. O que quis dizer?

Bem, eu acho que foi a música mais difícil de escrever, eu não sei o porquê. Eu estava lutando com ela não sei quantas semanas ou quantos meses! Apesar de, no final, é uma canção bem simples. O significado lírico é importante para mim, também. É sobre os breves momentos quando você pensa "nossa, é o melhor momento da minha vida". Todo mundo tem esse tipo de momentos e acho que completar essa música foi um desses momentos para mim. Quando cheguei esta canção... Porra, foi um momento muito agradável ouvir essa música quando estava pronta! Portanto, é uma música muito importante para mim. Eu acho que é muito legal, que acabou por ser mais pop, mas, ao mesmo tempo, o som é muito pesado.

Você acha que as letras são importantes para a música?

Sim, é claro. É muito importante ter essa coisa agradável lírico fluindo. A maioria das pessoas estão ouvindo a música e as letras, você sabe, a fonética. Por isso, é importante ter o verso certo foneticamente e uma bela história. Às vezes, escrever letras é a coisa mais difícil para mim. Não sei porquê, mas esse é o jeito que sempre foi. Vamos torcer para que eu possa alterá-lo em algum momento da minha vida, mas nunca se sabe.
Obviamente você prefere escrever músicas junto com Timo Kotipelto, não é? Por que você não cooperar com outros caras?

Bem, é sobre como você usa seu tempo livre. Estou trabalhando 24/7, basicamente. Se eu não estou em turnê com a banda ou fazendo a gravação ou produção para outra banda, eu estou sentado no estúdio praticando guitarra ou talvez escrevendo uma canção. E os outros caras também estão fazendo tantas coisas. Timo sempre faz shows com o duo acústico, Jens e Rolf são muito ocupados também. Lauri, eu acho, é o cara mais movimentado da banda, ele está escrevendo música para filmes e séries de TV. Isso leva muito tempo e muito esforço ...

Quando você escreve um monte de coisas, talvez, a primeira coisa que vem à sua mente quando você tem tempo livre é "vamos fazer uma música para Stratovarius" ou coisas assim. Canções deve sair realmente, naturalmente, você não pode forçá-los. Você pode passar muitas horas sentado na frente do papel ou do computador e pensando na música que você tem em sua mente. No meu caso, 50% dos dias em que eu tento compor os resultados são zero, não há nada de sair. Mas às vezes eu tenho como um dia muito criativo quando eu posso escrever duas ou três coisas. E no dia seguinte, pode haver mais 5. E então eu decidir, "Ok, isso é uma boa idéia e que é uma boa idéia, talvez eu só combinar essas idéias e talvez eu vou acabar com uma música pronta".

Você não respondeu a minha pergunta, não é?

Ah, é claro! Bem, acho que Timo escreve letras brilhantes. Ele também tem um ótimo ouvido para a melodia. Às vezes, falando a melodia com a vocalista é uma boa idéia de como você pode tentar algo com a sua voz e decidir que tipo de melodia é adequado para ele. De qualquer forma, ele é um cara musical e tem ótimas idéias de que tipo de melodias deve haver e coisas assim. Acho que essa é a principal razão. Também Timo é meu amigo por isso é muito bom sair com ele, beber algumas cervejas e conversar. Ele sempre ajuda a obter mais algumas idéias.

Vocês mantêm contato com Jorg [Michael, ex-baterista]?

Sim, é claro. Depois que ele saiu Jorg vem organizando shows e coisas assim. Então, ele está trabalhando em segundo plano e, na verdade, ficar em contato quase todos os dias. Nós não abandonamos Jorg algum lugar e nunca o chamamos. Stratovarius é como uma segunda família para ele e ele está nos apoiando. Ele é muito importante para nós.
Ouvi dizer que ele pode vir a alguns de seus shows como convidado ou algo assim ...Vamos ver como vai ser. Talvez isso vai acontecer, talvez não, eu não tenho certeza. Havia rumores de que Jorg viria a Rússia com a gente como um tour manager, mas não houve uma confirmação ainda. Eu não posso prometer nada, mas seria muito divertido tê-lo no palco tocando com a gente.

Como está indo com Rolf?

Rolf é um cara muito legal e ele é um génio. Ele tem essa personalidade mellow agradável, ele é um grande baterista e ele está disposto a aprender coisas novas. Ele está sempre construindo seus golpe e ele está ficando melhor e melhor do que ele definitivamente foi. Essa foi a principal coisa que estávamos procurando na escolha de um novo baterista. E é claro que queria ter um cara finlandês para que pudéssemos praticar, entretanto, não estamos fazendo turnê ou gravar um álbum. Acho Rolf está fazendo um trabalho maravilhoso. Especialmente o que ele fez com o "Nemesis", ele é brilhante.

Para nós foi muito importante ter esse tipo de cara maduro e humilde, em vez de essa abordagem rock'n'roll, você sabe: "Foda-se, eu vou beber toda a porra da vodka nos bastidores e depois eu vou quebrar tudo " ou algo parecido. Nós não somos esse tipo de caras. Claro que gosto de festas, bem como, nós fazemos um monte delas, você sabe, bebemos cerveja, mas isso não é a coisa principal. A principal coisa para nós é fazer música, fazer as pessoas felizes, fazendo shows, fazendo as pessoas mais felizes e, para isso, obter algum dinheiro, para que possamos viver, pagar o aluguel e, em seguida, podemos fazer mais música e tornar as pessoas mais felizes. Se você quiser colocá-lo em uma frase, é "fazer as pessoas felizes", que é a coisa.

Você vê, há uma diferença grande de idade entre alguns de vocês. Você tem alguma coisa em comum? Você ainda pode sair e beber cerveja juntos ou algo assim?

Acho que a principal coisa que une é a música. É o que nos coloca juntos, vamos compartilhar essa paixão para a música e fazer música. Isso é a coisa mais importante. Em seguida, vem, talvez, a beber cerveja, se divertir e ouvir boa música.

A diferença de idade não significa muito. Claro Rolf é muito jovem, mas ele também é um cara muito talentoso e inteligente. É sempre divertido ter esse tipo de pessoas ao redor. Se você é um grande jogador e um músico brilhante, se você tem sua própria opinião sobre a música e você pode discutir este assunto, isso é que é importante. Quando eu vim para a banda Timo, Jorg e Jens me trataram como um igual e não houve qualquer tipo de hierarquia ou algo assim. Nós respeitamos uns aos outros, somos todos amigos.

Agora temos este jovem Rolf que nos deu a chama, um pouco de ponche. Ele é um baterista tão brilhante que temos de acelerar e construir nossos golpes e habilidades para manter o nível. É assim que acontece quando você tem um cara jovem que está realmente motivado e disposto a aprender e mostrar para as pessoas, "Foda-se, a partir desse momento que eu estou aqui." Isso nos coloca em uma espécie de modo entusiasmado.

Este ano parece ser um grande para o power metal. Você fez este álbum "Nemesis", Helloween acabaram de lançar o seu novo álbum, que também é muito sólido, agora estamos esperando por Gamma Ray e Avantasia. Você acha que existe algum tipo de avivamento do power metal?

Bem, é difícil dizer. Eu não posso prever o futuro, eu não posso dizer como a música de metal vai ser. Temos tentado sempre entregar as melhores música possíveis, mas o mercado caiu depois do ano 2000. Foram tempos muito difíceis para todos os fãs de Power Metal. Agora ela está começando a levantar a cabeça lentamente. Talvez ele vai voltar ou talvez não, talvez seja apenas uma pequena tendência que vem e talvez todas as bandas de energia vai pensar: "Que porra é essa, o mercado está indo para baixo, esta música está morrendo, devemos fazer algo sobre isso. Talvez devêssemos produzir coisas melhores ". Estas bandas como Helloween e Gamma Ray nunca pararam de tentar, e nós também, nunca paramos de tentar. E eu espero que o Power Metal possa ser tão glorioso e imponente como era 15 anos atrás.

Existe algum álbum que você está pessoalmente esperando para este ano?

Sim, eu estou realmente esperando o álbum de Timo Tolkki. É uma espécie de ópera metal com uma lista de convidados maravilhoso com Russel Allen, Tobias Sammet, alguns cantores realmente bons. Jens Johansson vai participar lá também, então eu estou realmente esperando para ver o que Tolkki trará. Há algumas amostras no Youtube já que são bastante emocionante. Você sabe, eu não compro discos com muita frequência, mas às vezes meus amigos me dizem: "Você deve ouvir este álbum", e é claro que eu tento. Eu realmente espero que haja algumas surpresas agradáveis neste ano.

Eu sei que você é do tipo mais progressista para música.

Na verdade, eu escuto muito diferentes tipos de música. Muitas bandas de metal realmente. Eu acho que este álbum Testament, que saiu no ano passado ("Dark Roots Of Earth") é um registro brilhante. Mas eu desfruto de músicas como Dream Theater e coisas assim. Ao mesmo tempo, eu gosto de ouvir death metal sueco como Entombed e Dismember, metal e pop, e um monte de música clássica. A maioria das minhas idéias realmente vêm de música clássica. Então é muito importante para mim, ter dias livres e ouvir música clássica diferente. Eu gosto de ambos clássico mais moderno e Bach ou Beethoven, esse tipo de coisa. Há muitas melodias boas lá.

A última pergunta. Você está vindo para a Rússia em março e vocês vão tocar aqui sozinhos, sem Amaranthe. Isso lhe dá mais tempo para tocar um monte de músicas novas.

Claro que vamos ter mais tempo, algo cerca de 90 minutos e nosso objetivo é tocar um super longo set com um monte de músicas do álbum "Nemesis". Definitivamente vamos tocar "Unbreakable", "Halcyon Days".

Nós conversamos com Timo no telefone esses dias e concordaram que devemos também verificar "Abandon", "Nemesis", "If the Story is Over", "Fantasy" e "Dragons". Há rumores de que devemos tentar "Castles in the Air", de Jens. Portanto, há apenas duas músicas fora: "Out Of The Fog" e "One Must Fall". É claro que temos que praticá-las primeiro, ir para a sala de ensaio a banda inteira e ver como elas funcionam. Eu realmente espero que nós possamos tocar todas essas canções.

Mas isso depende de muitas coisas, sobre como Timo está se sentindo, porque nós temos que respeitá-lo, afinal ele é o vocalista. Mas vamos ver... A última vez que fomos na Rússia foi muito divertido. Fiquei muito surpreso sobre como os fãs estavam acolhedores.

Você quer deixar uma mensagem para a curtição russa que espera por vocês?

Sim, estamos chegando lá e vamos beber um pouco de vodka. (Risos)

Tradução: Daiane Aguilär

Fonte: Headbanger.ru

AMARANTHE: BANDA CONFIRMA PRESENÇA NO SOMMARROCK FESTIVAL

segunda-feira, abril 22, 2013

O sexteto sueco /dinamarquês Amaranthe confirmou presença no Festival SommarRock em Svedala, na Suécia, em 11 de julho. ( link para mais informações sobre o evento.)

Em 18 de abril, Amaranthe encerrou a turnê européia com o STRATOVARIUS, em Estocolmo, na Suécia. A banda comunicou o seguinte:

"Obrigado Estocolmo! Vocês arrasaram.
Então, esta parte da turnê mundial The Nexus chega ao fim. Um obrigado aos nossos irmãos do Stratovarius e Seven Kingdoms, vamos sentir falta de vocês de todo coração grandes recordações, shows incríveis !.! Simplesmente a melhor turnê para esta banda. E para todos que vieram aos nossos shows e nos apoiaram, obrigado! "

Confira a matéria completa no link abaixo em inglês:


Tradução: Daiane Aguilär

Fonte: Bravewords

STRATOVARIUS: JÁ FOI DISPONIBILIZADA A GRAVAÇÃO DE SHOW NA TV RADIO 3

segunda-feira, abril 22, 2013

Programa de TV espanhola Radio 3 postou 30 minutos de filmagens do Stratovarius ao vivo a partir de uma visita ao estúdio durante a banda sua turnê recentemente envolta européia. Confira abaixo:

Fonte: Bravewords

TIMO TOLKKI'S AVALON: CONFIRA AMOTRAS DE MÚSICAS DE "THE LAND OF NEW HOPE"

quinta-feira, abril 18, 2013

"The Land Of New Hope" será lançado pela Frontiers Records, previsto para ser lançado na América do Norte no dia 21 de maio, a história do CD se passa 40 anos no futuro, quando a maior parte do planeta foi destruída por desastres naturais. O título da ópera se refere a um porto seguro que um pequeno grupo de sobreviventes procuram.

No link abaixo você pode conferir as amostras das músicas do metal opera de Timo Tolkki:

TIMO TOLKKI'S AVALON: NOVO SINGLE "A WORLD WITHOUT US"

quinta-feira, abril 18, 2013

Frontiers Records vai lançar um segundo single, "Um Mundo Sem Nós" do aclamado novo Metal Opera de Avalon de Timo Tolkki no dia 29 de abril. O single estará à venda por meio de todos os pontos digitais, como iTunes e Amazon. Também novo videoclipe será lançado no mesmo dia. O álbum "The Land of New Hope" será lançado no dia 17 de maio, em Europa e 24 de maio no resto do mundo.

Fonte: Timo Tolkki

STRATOVARIUS: "NUNCA FOMOS MAINSTREAM E NEM QUEREMOS SER..."

terça-feira, abril 16, 2013
Qualquer um que tenha vivido a década de 90 não precisa ser apresentado ao Stratovarius, pois a banda era figurinha carimbada em revistas e eleições dos melhores do ano, com álbuns que ficaram marcados na história do Power Metal melódico. Hoje em dia o estilo está “por baixo”, mas isso não quer dizer que bandas como o Stratovarius perderam sua importância, pelo contrário, visto que possuem fãs apaixonados ao redor do mundo. Fãs que certamente irão conferir o show da banda no próximo dia 18 de Maio, no Carioca Club em São Paulo, e para falar sobre isso conversei com o vocalista Timo Kopipelto, que mostrando muita simpatia, fala mais sobre o Brasil, o novo disco Nemesis e sobre o momento atual do estilo e da música em geral. Confiram que vale a pena...


Vicente - Vocês virão tocar novamente no Brasil em maio. Qual é a sua melhor recordação dos shows anteriores aqui?

Timo Kotipelto: Há tantas boas lembranças ao longo dos anos! Já tocamos no Brasil várias vezes e é sempre bom voltar. Fãs brasileiros são os melhores do mundo! Eu tenho alguns bons amigos aí, que eu tenho intenção de encontrar em maio. Ainda me lembro dos shows pequenos e exóticos que fizemos em nossa primeira turnê, mas, claro, lembro de todos os grandes shows com 6.000 fãs gritando.

Vicente - O que você espera deste novo show aqui? E o que os fãs daqui podem esperar do Stratovarius?

Timo Kotipelto: Eu estou esperando uma festa do metal! Estou ansioso para ver as pessoas cantando junto e enlouquecendo na platéia. Temos um novo baterista, e a banda está provavelmente melhor do que em anos anteriores. O espírito no Stratovarius está ótimo e estamos nos divertindo muito no palco. Também estou muito excitado em poder cantar as novas músicas ao vivo! Os fãs podem esperar um bom espetáculo do Stratovarius, muitas músicas conhecidas para cantar e talvez algumas inesperadas também. Vai ser ótimo encontrar os fãs novamente.


Vicente - Para você, quais são as músicas que nunca podem estar fora de uma apresentação do Stratovarius? Quais são as novas músicas que certamente entrarão no set list?

Timo Kotipelto: Está ficando cada vez mais difícil escolher as músicas para o set list porque temos tantos álbuns. Se não tocarmos “Hungting High and Low” muitos fãs se decepcionarão. Mas eu também gosto de cantar essa música. Nós certamente iremos tocar alguns velhos clássicos do Stratovarius, mas também bastante canções novas de Nemesis. Pelo menos “Unbreakable” vai estar no set, com certeza! O set pode mudar um pouco de dia para dia. Mesmo agora, quando estamos em turnê pela Europa, por vezes, alteramos a ordem das músicas. Também é divertido para nós e, por vezes, alguns fãs estão vendo muitos shows, assim eles tem uma chance de ouvir mais músicas.

Vicente - Vocês já tocaram em muitos países no mundo nos últimos anos. Você acha que esses dias são melhores ou piores para as bandas em geral?

Timo Kotipelto: Está ficando cada vez mais difícil, especialmente para as novas bandas. As vendas de discos estão caindo cada vez mais e é por isso que é muito difícil conseguir um contrato de gravação. É também por isso que muitas bandas estão em turnê hoje em dia. Porque você tem que fazer a sua vida e, basicamente, essa é a única maneira de fazê-lo. Depois, há tantas bandas em turnê que os fãs simplesmente não podem dar-se ao luxo de vê-los todos e não têm tempo para ver todos eles. Estou muito orgulhoso dos fãs de metal porque eles ainda apóiam as suas bandas favoritas. Stratovarius está mais forte do que nunca, gravando músicas novas e viajando sempre. E isso é por causa de nossos fãs! Então, obrigado por vocês estarem sempre lá!

Vicente - Vamos falar sobre o seu novo álbum, "Nemesis". Como foi a gravação e as composições deste álbum?

Timo Kotipelto: Depois que encontramos o nosso novo baterista Rolf Pilve algumas das músicas já estavam compostas e outras não. Ele é um baterista de metal muito flexível e contundente, então suas habilidades nos deram a chance de compor o tipo de música que queríamos. Comparado com o álbum Elysium, Nemesis foi de certa maneira mais fácil de fazer. Principalmente porque tivemos muito mais tempo no estúdio para ele. Quando começamos a gravação de Elysium (2011), já havíamos confirmado a turnê e realmente tivemos de apressar tudo no estúdio. Desta vez as coisas foram mais fáceis. Além disso, a maior diferença foi que Matias mixou o álbum inteiro sozinho. Elysium foi co-mixado por Mikko Karmila. Desta vez eu não queria cantar em um estúdio grande, mas em vez disso Matias e eu fomos para uma casa de campo para gravar os vocais. Isso funcionou muito bem. Nós gravamos os vocais durante o final da tarde e à noite e depois de um dia de trabalho íamos para a sauna com um par de cervejas. Um clima muito descontraído e agradável. Matias gravou tudo em seu estúdio, exceto os teclados e vocais. Jens gravou suas partes em seu estúdio na Suécia.

Vicente - Mesmo muito cedo, a reação dos fãs está sendo como você esperava?

Timo Kotipelto: As reações têm sido muito positivas. Os fãs parecem gostar do novo álbum. E até mesmo a imprensa parece gostar de Nemesis. Estamos muito felizes que o álbum está sendo tão bem recebido. Parece que esta é uma nova era para a banda.

Vicente - A capa de "Nemesis" ficou bem legal. De quem foi a ideia?

Timo Kotipelto: Foi feita por Guyla Havancsak. Um artista Húngaro que também fez Polaris e Elysium. Jens esteve em contato com ele e contou tudo sobre o titulo e as letras. E então ele fez a sua visão de Nemesis. É uma capa realmente muito bonita.


Vicente - Quais são seus maiores objetivos para 2013?

Timo Kotipelto: Viajar e promover o álbum. Agora nós estamos em turnê na Europa. Em seguida, vem a turnê sul-americana e alguns festivais de verão. Podemos fazer mais shows no Outono. Neste momento estou apenas concentrado no show do dia e me divertindo no palco com os caras da banda e os fãs.

Vicente – Hoje em dia, as bandas que tocam Power Metal vem sofrendo, visto que o estilo perdeu muito de sua popularidade, e muitos fãs do metal alteraram suas preferências para um som mais simples ou extremo. Como você vê esses "novos dias", e você sente que Stratovarius pode ter perdido alguns "fãs temporários", mas que os verdadeiros fãs continuam ao seu lado?

Timo Kotipelto: É normal que as tendências musicais vêm e vão. Os reais fãs do Power vão permanecer fiéis ao gênero, mas é claro que é correto ouvir todos os tipos de música! Parece que os anos 80 estão de volta um pouco e, provavelmente, vai ser o power metal novamente mais adiante. Stratovarius ainda está muito bem e estou muito feliz com isso. Nós nunca fomos mainstream e eu nem quero ser mainstream. Hoje em dia é até legal gostar de power metal, porque não é o que todo mundo está ouvindo.

Vicente - Como é a cena na Finlândia, para o Rock e Metal?

Timo Kotipelto: A cena Metal e Rock na Finlândia ainda é muito, muito boa. Tantas bandas boas surgiram na Finlândia e ainda há novas e promissoras bandas aparecendo.

Vicente - Quando você começou na música, quais foram as suas maiores influências, que inspiraram você?

Timo Kotipelto: Bandas como Deep Purple, Iron Maiden, Rainbow, Dio. E vocalistas destas mesmas bandas: Ronnie James Dio, Ian Gillan e Bruce Dickinson.

Vicente - Em poucas palavras, o que você pensa sobre essas bandas: Helloween, Iron Maiden, Angra, Deep Purple e Sonata Arctica.

Timo Kotipelto: grandes bandas! Estivemos em turnê com o Helloween, Angra e Sonata Arctica. Espero que possamos tocar com os outros também.

Vicente - Por fim, deixe uma mensagem para todos os brasileiros que curtem o som de Stratovarius

Timo Kotipelto: Eu amo o Brasil e os fãs brasileiros, o Brasil tem e sempre terá um lugar especial no meu coração! Eu estou realmente ansioso para voltar nesta turnê. Obrigado!!


Fonte: Whiplash

STRATOVARIUS: CONCORRA A SORTEIO DE INGRESSO DE ÚNICA APRESENTAÇÃO NO PAÍS

terça-feira, abril 16, 2013

Quer ganhar um par de ingressos para o show do Stratovarius em São Paulo, no Carioca Club? O ProgPizza, em parceria com a FreePass Entretenimento, te colocam pra ver uma das mais importantes bandas do mundo! 

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Fonte: ProgPizza